
Durante o século XIX e meados do século XX, o mundo se viu dominado, por um modelo socioeconômico, praticamente emanado dos EUA e grande parte da Europa Ocidental. Tal modelo parecia ser a base definitiva para o desenvolvimento da própria civilização. Até a URSS, apresentou um modelo alternativo, o socialismo, mas foi devorado pela superioridade e as facilidades de aceitação do capitalismo, implantado por essas potências. Vemos então que o grande “boom” do desenvolvimento, nestes séculos, se deu mais por abranger um modelo que tornasse os territórios ricos e independentes, mesmo que isso significasse “apagar” alguns aspectos sócio-culturais. Claro que o capitalismo encontrou algumas resistências , mas até alguns partidos ou forças contrarias, enxergaram no capitalismo, saídas para seus povos. Estranho notar que em determinados lugares ocidentais, essa cultura capitalista, é enxergada como vilã, mas mesmo assim, há uma grande aceitação da tecnologia vinda desses mesmos lugares, ainda mais se ela, diz respeito a vencer uma guerra. De certa forma, a aceitação do capitalismo por alguns povos e lugares, fez com que esses mesmo povos aumentassem seus níveis de alfabetização, trabalho, produções e agrárias e agrícolas, e até aumentassem suas riquezas. De fato, podemos notar que nestes dois últimos séculos, vivemos em um mundo em constante crescimento, não só populacional, mas também econômica política e cultural. Esse modelo de capitalismo está disfarçado como conhecemos hoje, por globalização. Claro que muito de nossa cultura, costumes e outros trejeitos, se perderam em meio aos “fast-foods” e “insights”, mas, vale lembrar que estamos caminhando, talvez, para um mundo onde tudo seja único, onde a nação que tiver a maior força para se sobrepujar as demais, domine a colonização mundial.
