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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

RELIGIÃO INSTANTÂNEA: RELIGIÃO


Dentro das ideologias que regem o mundo moderno, as que mais direcionam e encaminham a humanidade, estão dentro do contexto que se enquadra em religião. Desde os tempos mais remotos, os homens se sustentam em crenças, lendas e outras teorias sobre deuses e outros mitos. Essas religiões e crendices podem e contribuíram para a formação do homem moderno, formando seu caráter, modo de vida, postura social e etc. Tais religiões ditam regras e impõe limites que podem afetar o discernimento do conhecimento do homem e afetar também o seu papel na sociedade, isso, tanto positivamente quanto negativamente. È certo lembrar que tais regras e imposições podem “cegar” o seguidor quanto a sua evolução social, econômica, cultural e até política no meio em que vive. Por outro lado, se analisarmos algumas religiões de um ponto de vista superior, vemos constantemente pessoas que encabeçam essas ideologias, essas religiões, tira proveito de seus seguidores e ainda sim conseguem expandir suas idéias, quase que instantaneamente para grande parte da população da região que quer “dominar”. Conseguem, em pouco tempo, usando as principais ferramentas de comunicação, tais como rádio, TV, jornais e até internet, impor suas idéias e propagá-las, principalmente para as camadas mais baixas da sociedade. A saída, talvez, para impedir essa involução quanto ao ritmo que evolui a sociedade, fosse a disseminação da estrutura e formação do ser humano, por parte da sociedade, impedindo assim, a absorção por parte de pessoas e povos que não enxergam uma solução para seus problemas em seus próprios caráter, forças e vida.

IDEOLOGIA, EU QUERO UMA PRA VIVER...


A totalidade de vivência contemporânea obriga o homem, desde os tempos mais remotos a caçar uma forma de pensar, de viver, garantindo sua existência. Somos então frutos e filhos de diversas ideologias. Somos o resultado de uma equação gigantesca, onde os principais fatores matemáticos são compostos por forças maiores. Vivemos entre essas forças, que nos obrigam a seguir determinadas regras e dizeres, que se não são seguidas, nos oprimem de modo a nos tornar cidadãos sem identidade, sem posição financeira ou social. A ideologia que aplicamos a nós mesmo é a da pura sobrevivência, causada por um poder maior, o Estado. São poucos os que alcançam a totalidade de suas idéias e ideais, e conseguem escapar das mãos desse imenso poder. Cabe, portanto, a cada um de nós, idealizar nossas vidas, sem temer o poder e a própria ideologia pregada pelo Estado. Acreditar nessas idéias e pensamentos faz de nós seres humanos por completo, mas só dotados de inteligência, mas também de sentimentos movidos por lutas e coragem.

A FORÇA FEMININA


Se estudarmos a historia da humanidade a fundo, poderemos notar que as mulheres, sempre foram tratadas como uma raça a parte, ou até inferior, se as compararmos com os homens. Se analisarmos a linha temporal, apenas recentemente, quase que no fim dessa linha, veremos que as mulheres têm saído da sombra do homem e cada dia, conquistado cada vez mais espaço na sociedade. Mais precisamente, após a Revolução Feminina, que ocorreu no final do século XIX e inicio do século XX, é que essa transição começou a acontecer. Se hoje, a humanidade, os homens, pregam a igualdade entre os povos, por que não estender essa igualdade para as mulheres também? Claro que isso se torna um processo lento e delicado, mas vários passos já foram dados, onde podemos até ver a força feminina atingir cargos de extrema importância na sociedade. Esses mesmos passos devem ser dados tanto para homens quanto para mulheres, e devem ser guiados para o (re) nascimento de uma sociedade, um meio de vida, não se diferencie por gênero, raça ou posição social.